À Ozelita
Tenho certeza que agora és bem feliz
Em quem roubou tu´alma, o coração
que de ingrato e de malvado não me quiz
e quer julgar-se, por certo, com razão.
Mas, à mulher jamais,, curvo a cerviz;
Que mal te fiz para pedir perdão?!
E se algum dia seu querer o fiz
não se compara à tua ingratidão.
Tenho certeza que agora és bem ditosa
e que serás em breve a venturosa
rainha de um lar que não é meu.
Mas, meu coração que quiz, amou e sofreu
Confessa, agora também, que não te quer
Pois também quer e ama outra mulher.
De H. Menon
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